quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
João Oliveira na Psicológica TV 16/01/2012
Na Psicológica.tv dois temas Análise Comportamental e Emagrecimento pela palavra, para assistir:
Está no ar: CLIQUE AQUI
http://psicologica.tv/doispontos/analise_comportamental_e_emagrecimento_pela_palavra_com_joao_oliveira
Está no ar: CLIQUE AQUI
http://psicologica.tv/doispontos/analise_comportamental_e_emagrecimento_pela_palavra_com_joao_oliveira
Matéria no Portal de Notícias URURAU
16 de janeiro de 2012 · 10:31
Piscólogo João Oliveira foi destaque no 'Bom Dia Brasil'
Na manhã desta segunda-feira (16/01), o psicólogo campista, João Oliveira, foi destaque no Programa "Bom Dia Brasil", da Rede Globo, falando sobre análise de gestos e comportamento na ajuda de empresas para escolher os candidatos.
Você sabe quando alguém está mentindo? Se um sorriso ou um gesto é falso ou verdadeiro? Se a pessoa é segura ou insegura? As empresas estão usando, cada vez mais, a análise do comportamento para escolher os candidatos. O repórter Edney Silvestre mostra no que eles estão de olho.
Que um sorriso nem sempre é sincero a gente sabe. Mas você imaginava que cruzar os braços é sinal de rejeição? Quem diria que as pernas cruzadas significam que a pessoa quer chutar você? Com as mãos na cabeça, ele está dizendo: “Quem manda aqui sou eu”.
Cada gesto indica uma intenção. São sinais claros do que se passa por dentro de uma pessoa, acredita o psicólogo João Oliveira. “É possível você saber mais de uma pessoa olhando para ela no silêncio, deixando ela se movimentar, do que ela falando de si mesma. Parece que o nosso inconsciente não gosta muito de mentira”, explica o psicólogo.
A atração entre um homem e uma mulher, por exemplo, aparece em gestos quase imperceptíveis. Se ela passa a mão nos braços, por exemplo, isso pode querer dizer que está se interessando por ele. Entre mulheres, a conversa é frente a frente. Homens se falam a 45° um do outro. Ou seja: nada de intimidade demais.
É nas entrevistas para emprego que, muitas vezes, o corpo e o rosto dizem o que o candidato não quer revelar. Abaixar os olhos mostra timidez ou temor – não serve para chefe. Rosto apoiado nas mãos tem significados diversos.
“Se ela apóia a cabeça totalmente na mão significa desinteresse. Se você quer prestar atenção em alguém, você não faz isso. Quando você tapa a boca com a mão, significa absoluta submissão ao que está sendo dito à você”, explica o psicólogo João Oliveira.
Interpretar sentidos e sentimentos nos gestos não é novidade, mas ganhou força a partir da década de 1960. João Oliveira oferece treino para esse reconhecimento. “Apenas um movimento é suficiente”, explica.
VEJA A MATÉRIA
Imagens: Rede Globo
LINK ORIGINAL - CLIQUE AQUI
Treinamento de Análise Comportamental em São Paulo
Data e Horário:
3 e 4 de Março de 2012 (sábado e domingo)
das 10 às 19 horas
Local:
Sede da Sociedade InterAmericana de Hipnose
Rua Conselheiro Moreira de Barros, 642 - Santana - São Paulo/SP
Investimento:
até 31/01/2012 - R$ 760,00
de 01/02 até 24/02/2012 - R$ 860,00
após 24/02/2012 - R$ 960,00
Pagamento em até 12 vezes no Cartão de Crédito, pelo PagSeguro, da Uol
CLIQUE AQUI
sábado, 14 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
sábado, 7 de janeiro de 2012
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
sábado, 17 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Programa Atualidades- No Ar dia 15/12 às 11h00 - Rádio MEC - Rio de Janeiro
Gravamos hoje, 13/12, o programa Atualidades, na Rádio MEC-AM Rio de Janeiro. O programa vai ao ar nesta quinta feira dia 15/12/2011 às 11h00 com reprise às 01h00 de sexta.
O Apresentador Cadu Freitas comandou uma mesa redonda com o tema: Análise Comportamental no RH e nos relacionamentos tendo como base o nosso livro Saiba Quem Está à Sua Frente, da Editora WAK.
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| Este estúdio fica no andar 5 e 1/2 (acredite!) Tem esse andar mesmo no prédio da Rádio MEC entre o quinto e o sexto. |
Participaram do momento: Jessíca Justo, analista de RH e formanda em Psicologia; Rodrigo Maia, Diretor Executivo da LUCRUS (http://www.lucrus.com.br ) e João Oliveira Diretor do ISEC e autor do livro citado.
O programa tem uma hora de duração e, além de informativo, vai ser muito divertido com momentos verdadeiramente únicos no rádio carioca.
Para ouvir pela internet: http://radiomec.com.br/online/index.php
sábado, 10 de dezembro de 2011
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Lançamento do Livro de Beatriz e Bianca Acampora: 170 Técnicas Arteterapêuticas
modalidades expressivas para diversas áreas
Autoras: BEATRIZ ACAMPORA e BIANCA ACAMPORA
A Arteterapia consiste em um processo terapêutico por meio da arte e dos recursos artísticos. Ela possibilita que pessoas de todas as idades sejam beneficiadas com a (re)descoberta de seu potencial criativo para ser si mesmo, valorizar a vida e se relacionar consigo e com os outros de forma saudável.
Por meio da Arteterapia, as muitas habilidades de um indivíduo ou grupo se abrem em infinitas possibilidades criadoras, facilitando um viver humano mais pleno. A proposta deste livro é oferecer técnicas que sirvam de apoio para um trabalho arteterapêutico de qualidade, com foco na expressão do ser e na qualidade da relação terapêutica.
Este livro traz 170 técnicas arteterapêuticas que visam facilitar o trabalho do terapeuta que se utiliza de recursos artísticos, como técnicas expressivas plásticas, escrita, música, dança, teatro, fotografia, dentre outros, como via de acesso para o crescimento de pessoas.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Jornal do Rio - BAND TV - Entrevista sobre o Primeiro Emprego
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| A apresentadora do Jornal do Rio da BAND RIO, Thais Dias, no ISEC-Copacabana com João Oliveira |
Recebemos a equipe da BAND TV do Jornal do Rio (segunda a sexta às 18h50 e sábados 20h25) para uma entrevista sobre como os jovens devem se apresentar para uma entrevista de primeiro emprego. Um papo muito agradável com a apresentadora Thaís Dias para este especial que o Jornal do Rio está fazendo no fim de ano.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Jornal O Diário Coluna do Jornalista Hélio Cordeiro
Jornal O Diário Coluna do Jornalista Hélio Cordeiro
Viver bem (1)
“Saiba Quem Está à Sua Frente”. Quem ler o mais recente livro do radialista, psicólogo clínico, Mestre em Cognição e Linguagem pela UENF-RJ e professor universitário de Psicologia João Oliveira. terá oportunidade de conhecer o comportamento humano através das expressões faciais e corporais.
Viver bem (2)
A obra de João Oliveira (fruto de pesquisa que durou oito anos) na verdade é um manual de relacionamento. O professor ensina a discernir entre positivo e negativo, desembocando em comportamentos que podem levar o ser humano a refletir sobre suas ações no dia-a-dia e viver bem. Vale a pena conferir!
Link Original da Coluna:
http://odiariorj.com/helio-cordeiro-13/
Viver bem (1)
“Saiba Quem Está à Sua Frente”. Quem ler o mais recente livro do radialista, psicólogo clínico, Mestre em Cognição e Linguagem pela UENF-RJ e professor universitário de Psicologia João Oliveira. terá oportunidade de conhecer o comportamento humano através das expressões faciais e corporais.
Viver bem (2)
A obra de João Oliveira (fruto de pesquisa que durou oito anos) na verdade é um manual de relacionamento. O professor ensina a discernir entre positivo e negativo, desembocando em comportamentos que podem levar o ser humano a refletir sobre suas ações no dia-a-dia e viver bem. Vale a pena conferir!
Link Original da Coluna:
http://odiariorj.com/helio-cordeiro-13/
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Programa Atualidades Rádio MEC no ar dia 25 (sexta) às 11h00
Na Rádio MEC, durante a gravação do Programa Atualidades, que vai ao ar nesta Sexta, dia 25 às 11h00 - para ouvir pela internet basta entrar no site http://radiomec.com.br .
Na foto Eu, Beatriz, Cadu Freitas, apresentador do programa e Dr. Luis Antonio Coordenador Nacional do Curso de Psicologia da Universidade Estácio de Sá.
Ouça em:
http://radiomec.com.br/online/index.php
Ouça em:
http://radiomec.com.br/online/index.php
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Matéria Veiculada no Portal Terra : Dormir também faz bem à saúde
Link Original: http://vivacadatoque.terra.com.br/voce-sabia-2/dormir-tambem-faz-bem-a-saude-280
Você sabe o que acontece com o nosso corpo enquanto a gente dorme? Dormir é um tema muito importante para quem está preocupada com a sua saúde física e mental. Enquanto descansamos, o corpo trabalha bastante para manter nossos hormônios, e outras substâncias, em dia.
Antes de ir para a cama
Quando o sol se põe, e a luminosidade diminui, a melatonina, hormônio indutor do sono produzido pela glândula pineal, começa a ter sua produção aumentada. É uma forma de informar ao corpo que está se aproximando a hora de dormir.
A temperatura do nosso corpo começa baixar, assim como a nossa capacidade de alerta e o nosso raciocínio. E a musculatura corporal começa a relaxar, afirma o especialista em distúrbios do sono Fausto Ito, de São Paulo.
Pegando no sono
Segundo Ito, o sono é um estado essencial à saúde por meio do qual todo o corpo, incluindo o sistema nervoso central, pode ser renovado. Uma noite mal dormida pode trazer sérios problemas de saúde. Não é nenhuma surpresa observar a péssima aparência de uma pessoa depois de uma noite ruim.
No começo do sono, todos os nossos sentidos começam a ser desativados e ocorre a inativação da musculatura voluntária. Por isso, o metabolismo se torna mais lento enquanto dormimos. O nosso coração trabalha mais devagar, a pressão baixa e isso diminui os níveis de cortisol no sangue, favorecendo o início de uma noite bem tranquila.
O psicólogo clínico João Oliveira, do Rio de Janeiro, explica também que a nossa audição permanece ativa durante o sono. “Uma mulher pode acordar com um som agudo, pois este tem a frequência sonora próxima ao choro de um bebê. Já o homem vai despertar com sons graves, porque esses se assemelham ao tom da voz de outro homem, que pode ser um inimigo.” Estamos descansando, mas não totalmente desconectados do mundo exterior.
Sonhando
Você sabia que durante o sono o nosso corpo produz diversos hormônios e outras substâncias necessárias para a manutenção da saúde e da qualidade de vida?
Durante um sono adequado, o organismo reduz a produção de grelina, hormônio responsável pelo apetite, e aumenta a leptina, responsável pela saciedade. Por isso, podemos ter uma noite tranquila, sem acordar pela manhã com vontade de comer um monte de alimentos calóricos.
Uma noite tranquila favorece o organismo a produzir determinadas células que são os principais agentes de defesa do nosso corpo. Há também a liberação de dopamina, serotonina e endorfina, que são neurotransmissores relaxantes e responsáveis por ativar ou inibir a transmissão de impulsos relacionados à dor. Por isso, as pessoas que dormem mal podem ter dificuldade no controle de qualquer dor no dia a dia.
Durante o sono, a hipófise, glândula localizada próximo à base do crânio, produz o hormônio do crescimento (GH). “No indivíduo adulto, esse hormônio exerce importantes funções reparadoras e a sua deficiência está diretamente relacionada ao aumento do percentual de gordura pelo corpo, problemas cardíacos e imunológicos, osteoporose, flacidez muscular, perda de disposição, fragilidade capilar e lapsos de memória”, afirma Fausto Ito.
Viu só como dormir é uma das partes mais importantes de nossas vidas? Além de relaxar, uma bela noite de sono auxilia você a ter uma vida mais saudável e muito mais divertida. Programe-se e não deixe que nada atrapalhe essa hora do dia. Prepare a sua cama bem gostosa, diminua a luz e descanse para acordar disposta para um novo dia.
Antes de ir para a cama
Quando o sol se põe, e a luminosidade diminui, a melatonina, hormônio indutor do sono produzido pela glândula pineal, começa a ter sua produção aumentada. É uma forma de informar ao corpo que está se aproximando a hora de dormir.
A temperatura do nosso corpo começa baixar, assim como a nossa capacidade de alerta e o nosso raciocínio. E a musculatura corporal começa a relaxar, afirma o especialista em distúrbios do sono Fausto Ito, de São Paulo.
Pegando no sono
Segundo Ito, o sono é um estado essencial à saúde por meio do qual todo o corpo, incluindo o sistema nervoso central, pode ser renovado. Uma noite mal dormida pode trazer sérios problemas de saúde. Não é nenhuma surpresa observar a péssima aparência de uma pessoa depois de uma noite ruim.
No começo do sono, todos os nossos sentidos começam a ser desativados e ocorre a inativação da musculatura voluntária. Por isso, o metabolismo se torna mais lento enquanto dormimos. O nosso coração trabalha mais devagar, a pressão baixa e isso diminui os níveis de cortisol no sangue, favorecendo o início de uma noite bem tranquila.
O psicólogo clínico João Oliveira, do Rio de Janeiro, explica também que a nossa audição permanece ativa durante o sono. “Uma mulher pode acordar com um som agudo, pois este tem a frequência sonora próxima ao choro de um bebê. Já o homem vai despertar com sons graves, porque esses se assemelham ao tom da voz de outro homem, que pode ser um inimigo.” Estamos descansando, mas não totalmente desconectados do mundo exterior.
Sonhando
Você sabia que durante o sono o nosso corpo produz diversos hormônios e outras substâncias necessárias para a manutenção da saúde e da qualidade de vida?
Durante um sono adequado, o organismo reduz a produção de grelina, hormônio responsável pelo apetite, e aumenta a leptina, responsável pela saciedade. Por isso, podemos ter uma noite tranquila, sem acordar pela manhã com vontade de comer um monte de alimentos calóricos.
Uma noite tranquila favorece o organismo a produzir determinadas células que são os principais agentes de defesa do nosso corpo. Há também a liberação de dopamina, serotonina e endorfina, que são neurotransmissores relaxantes e responsáveis por ativar ou inibir a transmissão de impulsos relacionados à dor. Por isso, as pessoas que dormem mal podem ter dificuldade no controle de qualquer dor no dia a dia.
Durante o sono, a hipófise, glândula localizada próximo à base do crânio, produz o hormônio do crescimento (GH). “No indivíduo adulto, esse hormônio exerce importantes funções reparadoras e a sua deficiência está diretamente relacionada ao aumento do percentual de gordura pelo corpo, problemas cardíacos e imunológicos, osteoporose, flacidez muscular, perda de disposição, fragilidade capilar e lapsos de memória”, afirma Fausto Ito.
Viu só como dormir é uma das partes mais importantes de nossas vidas? Além de relaxar, uma bela noite de sono auxilia você a ter uma vida mais saudável e muito mais divertida. Programe-se e não deixe que nada atrapalhe essa hora do dia. Prepare a sua cama bem gostosa, diminua a luz e descanse para acordar disposta para um novo dia.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Ele Não Deixa - Matéria Publicada no Portal Itodas da UOL
Link Original : http://itodas.uol.com.br/amor-e-sexo/ele-nao-deixa-23564.html
Por Carolina Ruiz
Sua melhor amiga arrumou um namorado novo e você não consegue encontrar com ela há uns três meses. Quando finalmente conseguem marcar para tomar uns drinques e colocar o papo em dia, lá está o tal namorado junto, e ela fica só no suco, porque ele não gosta quando ela bebe. Sempre que você liga ela está com ele, e vocês nunca conseguem sair juntas, porque ele não deixa ela sair sozinha.
Essa situação te parece familiar? O pior é que não é tão raro encontrar meninas que viram dependentes e controladas pelo namorado. "As mulheres tem uma tendência natural de dar importância ao parceiro, filhos, amigos, o que acaba muitas vezes deixando-a em segundo plano", explica a psicóloga Marjorie Vicente.
Tudo bem que no início de um namoro, tudo são flores, os dois querem se conhecer e o mundo vira um mero coadjuvante nessa nova relação. Mas, segundo a psicóloga Beatriz Acampora, prolongar esse comportamento "é uma necessidade de preenchimento do tempo e do 'vazio existencial', ou seja, uma forma de não parar para pensar em como ocupar o tempo sem o outro".
De acordo com as especialistas, uma relação dessas está, em sua maioria das vezes, fadada ao fracasso. E o motivo é quase óbvio, mas muita gente se nega a enxergar: "O risco maior é uma das partes se sentir sufocada e querer interromper a relação ou se afastar gradualmente da outra", declara Beatriz. E isso porque, segundo Marjorie, "as qualidades que chamavam a atenção do parceiro no início da relação desaparecem". "A pessoa se esforça ao máximo para ser o que o outro espera, e acaba se tornando apenas uma sombra da pessoa amada", explica ela.
Mas como você não consegue ficar sentada, esperando a sua amiga "cair em si", é hora de agir. O maior desafio, na verdade, é fazê-la te ouvir e assumir que as coisas não podem dar certo do jeito que estão. Antes de sair falando mal do novo "sapo" para ela, a família e os amigos devem respeitar a escolha que ela tomou, afinal ela deve "viver da forma como ela julgar melhor no momento", afirma Marjorie. A dica da psicóloga é não se afastar dela por conta disso, e "se colocar a disposição caso precise de qualquer coisa".
"A família e os amigos podem tentar alertá-la que deve haver um equilíbrio, mas nem sempre funciona quando a pessoa está focada somente na relação. Isto também é uma escolha!", alerta Beatriz. Até o namorado, quando não está satisfeito, deve alertar a amada sobre as atitudes dela. Para Beatriz, ele deve "ter o entendimento de que isso é uma necessidade dela e não dele". "Além de oferecer apoio para que ela tenha seus próprios amigos, saia, seja independente", ensina a psicóloga.
Se tudo der certo, a sua amiga vai aprender com os erros e melhorar as atitudes. "Em uma relação, cada pessoa deve ter seu próprio espaço, até mesmo para ter o que compartilhar com o outro", declara Beatriz. Com um pouco de paciência e boas conversas, em breve você vai ter sua melhor amiga de volta. Só cuidado para não agir igual, quando chegar a sua vez de encontrar o príncipe encantado!
Por Carolina Ruiz
Sua melhor amiga arrumou um namorado novo e você não consegue encontrar com ela há uns três meses. Quando finalmente conseguem marcar para tomar uns drinques e colocar o papo em dia, lá está o tal namorado junto, e ela fica só no suco, porque ele não gosta quando ela bebe. Sempre que você liga ela está com ele, e vocês nunca conseguem sair juntas, porque ele não deixa ela sair sozinha.
Essa situação te parece familiar? O pior é que não é tão raro encontrar meninas que viram dependentes e controladas pelo namorado. "As mulheres tem uma tendência natural de dar importância ao parceiro, filhos, amigos, o que acaba muitas vezes deixando-a em segundo plano", explica a psicóloga Marjorie Vicente.
Tudo bem que no início de um namoro, tudo são flores, os dois querem se conhecer e o mundo vira um mero coadjuvante nessa nova relação. Mas, segundo a psicóloga Beatriz Acampora, prolongar esse comportamento "é uma necessidade de preenchimento do tempo e do 'vazio existencial', ou seja, uma forma de não parar para pensar em como ocupar o tempo sem o outro".
De acordo com as especialistas, uma relação dessas está, em sua maioria das vezes, fadada ao fracasso. E o motivo é quase óbvio, mas muita gente se nega a enxergar: "O risco maior é uma das partes se sentir sufocada e querer interromper a relação ou se afastar gradualmente da outra", declara Beatriz. E isso porque, segundo Marjorie, "as qualidades que chamavam a atenção do parceiro no início da relação desaparecem". "A pessoa se esforça ao máximo para ser o que o outro espera, e acaba se tornando apenas uma sombra da pessoa amada", explica ela.
Mas como você não consegue ficar sentada, esperando a sua amiga "cair em si", é hora de agir. O maior desafio, na verdade, é fazê-la te ouvir e assumir que as coisas não podem dar certo do jeito que estão. Antes de sair falando mal do novo "sapo" para ela, a família e os amigos devem respeitar a escolha que ela tomou, afinal ela deve "viver da forma como ela julgar melhor no momento", afirma Marjorie. A dica da psicóloga é não se afastar dela por conta disso, e "se colocar a disposição caso precise de qualquer coisa".
"A família e os amigos podem tentar alertá-la que deve haver um equilíbrio, mas nem sempre funciona quando a pessoa está focada somente na relação. Isto também é uma escolha!", alerta Beatriz. Até o namorado, quando não está satisfeito, deve alertar a amada sobre as atitudes dela. Para Beatriz, ele deve "ter o entendimento de que isso é uma necessidade dela e não dele". "Além de oferecer apoio para que ela tenha seus próprios amigos, saia, seja independente", ensina a psicóloga.
Se tudo der certo, a sua amiga vai aprender com os erros e melhorar as atitudes. "Em uma relação, cada pessoa deve ter seu próprio espaço, até mesmo para ter o que compartilhar com o outro", declara Beatriz. Com um pouco de paciência e boas conversas, em breve você vai ter sua melhor amiga de volta. Só cuidado para não agir igual, quando chegar a sua vez de encontrar o príncipe encantado!
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Beatriz Acampora no Portal Bolsa de Mulher
LINK ORIGINAL: http://www.bolsademulher.com/amor/ele-nao-deixa-109594.html
Ele não deixa
por Carolina Ruiz | 22/10/2011Especialistas falam sobre os riscos de se privar em uma relação
Sua melhor amiga arrumou um namorado novo e você não consegue encontrar com ela há uns três meses. Quando finalmente conseguem marcar para tomar uns drinques e colocar o papo em dia, lá está o tal namorado junto, e ela fica só no suco, porque ele não gosta quando ela bebe. Sempre que você liga ela está com ele, e vocês nunca conseguem sair juntas, porque ele não deixa ela sair sozinha.
Essa situação te parece familiar? O pior é que não é tão raro encontrar meninas que viram dependentes e controladas pelo namorado. "As mulheres tem uma tendência natural de dar importância ao parceiro, filhos, amigos, o que acaba muitas vezes deixando-a em segundo plano", explica a psicóloga Marjorie Vicente.
Tudo bem que no início de um namoro, tudo são flores, os dois querem se conhecer e o mundo vira um mero coadjuvante nessa nova relação. Mas, segundo a psicóloga Beatriz Acampora, prolongar esse comportamento "é uma necessidade de preenchimento do tempo e do 'vazio existencial', ou seja, uma forma de não parar para pensar em como ocupar o tempo sem o outro".
De acordo com as especialistas, uma relação dessas está, em sua maioria das vezes, fadada ao fracasso. E o motivo é quase óbvio, mas muita gente se nega a enxergar: "O risco maior é uma das partes se sentir sufocada e querer interromper a relação ou se afastar gradualmente da outra", declara Beatriz. E isso porque, segundo Marjorie, "as qualidades que chamavam a atenção do parceiro no início da relação desaparecem". "A pessoa se esforça ao máximo para ser o que o outro espera, e acaba se tornando apenas uma sombra da pessoa amada", explica ela.
Mas como você não consegue ficar sentada, esperando a sua amiga "cair em si", é hora de agir. O maior desafio, na verdade, é fazê-la te ouvir e assumir que as coisas não podem dar certo do jeito que estão. Antes de sair falando mal do novo "sapo" para ela, a família e os amigos devem respeitar a escolha que ela tomou, afinal ela deve "viver da forma como ela julgar melhor no momento", afirma Marjorie. A dica da psicóloga é não se afastar dela por conta disso, e "se colocar a disposição caso precise de qualquer coisa".
"A família e os amigos podem tentar alertá-la que deve haver um equilíbrio, mas nem sempre funciona quando a pessoa está focada somente na relação. Isto também é uma escolha!", alerta Beatriz. Até o namorado, quando não está satisfeito, deve alertar a amada sobre as atitudes dela. Para Beatriz, ele deve "ter o entendimento de que isso é uma necessidade dela e não dele". "Além de oferecer apoio para que ela tenha seus próprios amigos, saia, seja independente", ensina a psicóloga.
Se tudo der certo, a sua amiga vai aprender com os erros e melhorar as atitudes. "Em uma relação, cada pessoa deve ter seu próprio espaço, até mesmo para ter o que compartilhar com o outro", declara Beatriz. Com um pouco de paciência e boas conversas, em breve você vai ter sua melhor amiga de volta. Só cuidado para não agir igual, quando chegar a sua vez de encontrar o príncipe encantado!
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Hipnose terapêutica é aplicada na supressão de sintomas de doenças
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| Matéria de destaque no Portal de Notícias URURAU |
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| O Psicólogo demonstra uma indução de hipnose |
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| João Oliveira em seu consultório em Campos-RJ |
O inconsciente é formado por uma série de acontecimentos que um dia esteve no lado consciente, formando nossos desejos, saberes e sentimentos, além de uma série de potenciais profundos não revelados. Freud refere-se a ele como um material não disponível à consciência.
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| Psicólogo João Oliveira |
O contato com esse lado, que acreditamos estar adormecido do nosso ser é possível. A hipnose é uma das formas de estabelecermos essa conexão. As primeiras experiências humanas com a hipnose são datadas de mais de 4.500 anos, quando os sacerdotes da Mesopotâmia submetiam as pessoas a um transe na busca de curas e diagnósticos. O termo hipnose foi creditado em 1842, pelo cirurgião inglês James Braid, numa referência ao deus grego do sono Hypnos, devido ao estado comparado ao de sonolência.
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| Psicotron- Aparelho de indução à hipnose |
Diferentemente do que acredita o senso comum, a hipnose vai muito além das apresentações artísticas em que se come cebola, acreditando ser maçã. A hipnose abrange qualquer procedimento que por meio de sugestões promovem uma mudança no estado físico e mental, podendo alterar sensações, percepções, sentimentos, memória e pensamentos.
Tais apresentações artísticas descredibilizaram a técnica a tal ponto que na década de 60 um decreto presidencial proibiu a prática fora do ambiente médico. Ainda assim, a primeira turma de hipnoterapeutas do Brasil se formou em 1956 e em agosto do ano seguinte foi fundada a Sociedade Brasileira de Hipnose (SBH). Em 20 de fevereiro de 1999, o Conselho Federal de Medicina aprovou o parecer nº42/99 denominando como hipniatria o ato médico em que se utiliza da hipnose como procedimento predominante.
Em Campos, no Instituto de Psicologia Crescer, o psicólogo João Oliveira, praticante da hipnose desde os 18 anos, utiliza a técnica em seus pacientes como forma de suprimir sintomas de doenças. Segundo ele as doenças podem ser causadas por fatores ambientais, como por exemplo, a exposição à radiação que pode levar indivíduos a desenvolver alguns tipos de cânceres; por fatores congênitos, ou seja, quando o indivíduo já nasce com a enfermidade ou ainda por fatores genéticos hereditários, que são as doenças produzidas por alterações no DNA.
Em todos esses casos, é possível auxiliar o tratamento médico, aliviando e até mesmo livrando o paciente dos sintomas, através da hipnose terapêutica. Em casos de outros males como construção da auto-estima, obesidade, resolução de problemas comportamentais em adultos e crianças, eliminar ansiedade, controle de medos e fobias, tratamento de depressão e stress, e tantos outros males, a hipnose moderna tem sido utilizada com sucesso.
O processo da hipnose, ao contrário de que se pensa, pode ser feito com o indivíduo consciente e acordado, onde o paciente é sugestionado a surpimir sintomas e promover o equilíbri do sistema endócrino, conjunto de glândulas que produzem os hormônios do nosso organismo. Para um tratamento mais profundo, o psicotron auxilia no tratamento de combate à ansiedade, stress, depressão e demais doenças psicossomáticas.
O aparelho colabora no processo de hipnose com recursos auditivos, visuais e sensitivos para detectar de modo instantâneo o estado emocional da pessoa.
De acordo com o psicólogo João Oliveira a hipnose só não obtem resultados relevantes no tratamento de vícios de drogas pesadas.
“O tratamento do vício de drogas pesadas é mais complicado por que o nosso organismo produz hormônios que causam as mesmas sensações de euforia, alegria ou tranqulidade, proporcionados pelas drogas químicas, só que diferentemente da química, em pouca quantidade e qualidade. Isso faz com que o organismo deixe de produzir esses hormônios naturalmente, já que a droga faz isso com mais quantidade e qualidade, ” disse o psicólogo.
O psicólogo fez questão de frisar que sua opinião sobre o tratamento de dependência química é baseado em sua experiência pessoal de trabalho, o que não exclui a possibilidade do tratamento ser satisfatório com outros profissionais.
O psicólogo João Oliveira atende no Instituto de Psicologia Ser e Crescer que fica à Rua Major Corrêa, no Jockey, em Campos e no Rio de Janeiro, na Rua Barata Ribeiro, 383, Copacabana. Detalhes pelo e mail: isec@isec.psc.br
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